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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

SANTO DO DIA

 SEXTA-FEIRA 21 DE JANEIRO

SANTA INÊS
(291-304)
Festa dia 21 de janeiro
Santa Inês tinha apenas doze anos quando foi levada ao altar de Minerva em Roma e lhe ordenaram que obedecessem à leis persecutórias de Diocleciano, segundo as quais teria de oferecer um incenso à deusa. No meio dos ritos idólatras, ergueu as mãos para Cristo, seu Esposo, e fez o sinal da cruz vivificante. Não se aflingiu quando teve as mãos e pés atados; os grilhões deslizavam milagrosamente de suas pequeninas mãos levando às lágrimas os pagãos em redor. Contudo, não tinha necessidade das ataduras, pois apressou-se ditosa rumo ao lugar em que seria torturada. Em seguida, o juiz, ao ver que as dores não lhe causavam terror algum, deferiu-lhe um insulto pior do que a morte: rasgaram as vestes de Inês e a puseram na rua, diante de uma multidão pagã. Contudo, nem isso a atemorizava.

Exclamou: "Cristo guardará os seus!" E assim foi. Por meio de um milagre, Nosso Senhor mostrou valor que dá à guarda dos olhos. No momento em que a multidão desviara o olhar da esposa de Cristo, conforme ela permanecia exposta à vista de todos na rua, houve um jovem que ousou fitar com imodestos olhos a inocente jovem. Um clarão de luz o cegou, e seu companheiros o levaram embora, semimorto, aflito de dor e Pânico.

Uma última vez, foi posta à prova a fidelidade de Santa Inês a Cristo, desta vez por meio de lisonjas e ofertas de casamento. Porém, ela se limitou a responder: "Meu Esposo é Cristo: antes de todos, foi Ele quem me escolheu, e d'Ele eu serei". Enfim, foi dada a sentença de morte. Por um momento, Santa Inês permaneceu ereta, em oração, e então curvou o pescoço para receber a espada. Com um só golpe, a cabeça foi separada do corpo, e os anjos transportaram sua alma pura até o Paraíso.
                                                        (Livro Vida dos Santos, Alban Butler/Biblioteca Católica. p. 32-33). 

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